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Angola Magazine: Fábrica de Sabão Dynamic Areas of the Project

Fábrica de Sabão is already having positive results. Know some of the most dynamic areas of this project that does everything to reveal the true potential of Cazenga youth.

Angola Magazine : Art and Entrepreneurship Hub – fábrica de sabão

The former soap factory, located in the municipality of Cazenga, has been transformed into an “art and entrepreneurship hub” and will now produce men who build the future with technology.

FLASH: We Paid a Visit to the Country’s First Innovation Center

JORNAL MERCADO ONLINE: INNOVATION CENTER SEEKS CREATIVE MINDS IN CAZENGA

No local onde estava uma fábrica de sabão abandonada, é agora um centro de inovação e empreendedorismo emergentes.

Por Líria Jerusa

A Fábrica de Sabão (FdS), um projecto de inovação e empreendedorismo, procura atrair mentes criativas das artes, cultura, artesanato, negócios e ciências, para educar, formar e orientar os jovens. De acordo com o fundador do projecto, Jean Claude Bastos de Morais, um dos objectivos é reduzir o fosso entre a economia formal e a informal para gerar oportunidades para o lançamento de uma cultura de criação de empresas inovadoras em fase de arranque no País.

A Fábrica de Sabão é um centro híbrido entre incubadora e acelerador, espaço de trabalho partilhado e local para criar. É ainda um elo cultural onde as explorações criativas podem prosperar. Está projectado para muito em breve o surgimento da sua própria rádio local e um programa de residência para mentores visitantes e artistas.

Para esta fase inicial foram já investidos 5 milhões USD a que se seguirão mais 7 milhões USD, perfazendo um total de 12 milhões USD investidos até 2022. “O que se espera deste espaço é muita criatividade, que daqui saiam projectos e ideias inovadoras, pessoas que vão ganhar prémios de inovação africana. Também uma nova dinâmica, uma mentalidade de fazer e não de esperar, de ver um problema como uma oportunidade”, adiantou Bastos de Morais.

Segundo o fundador, as empresas incubadas neste projecto e que forem promissoras certamente vão atrair a atenção de outras empresas para parcerias ou a de instituições financeiras para serem capitalizadas. “Este espaço está aberto a todo o tipo de público, e os acessos são gratuitos, o que nós queremos é atrair várias empresas que tem o potencial para ajudar os que estão aqui para trocar ideias, para trocar serviços e para trocar produtos”, salientou o responsável.

Compromisso com o desenvolvimento

Bastos de Morais explicou que numa fase em que o País pretende apostar na diversificação da economia, o centro FdS oferece uma abordagem original para as oportunidades de inovação para os angolanos. “Através do projecto da Fds estamos a formar as comunidades locais para que estes se tornem os seus próprios criadores, designers, produtores e fabricantes’’, vincou.

Referiu, ainda, que um dos objectivos fundamentais da Fábrica de Sabão é criar uma cultura colaborativa, onde ideias e conhecimentos possam ser criados e trocados para assim polonizar as oportunidades de negócios sustentáveis do País.

O projecto conta, até ao momento, com cerca de 200 crianças e jovens da comunidade que têm estado envolvidos activamente em formações e workshops, nomeadamente em áreas técnicas para o uso de impressoras 3D, máquinas CNC, manufactura urbana, arte, desporto e aprendizagem de línguas. O centro está localizado no coração do Cazenga, com cerca de 800 mil habitantes (uma densidade populacional de 23 mil pessoas por quilómetro quadrado), as construções e renovação do espaço tiveram início em Julho de 2015.

Pravda.Ru Angola: Creative and Sustainable Social Change for all Citizens

Angola: Mudança social criativa e sustentável para todos os cidadãos. 25053.jpegFábrica de sabão, o primeiro centro de inovação de Angola, vai impulsionar a mudança social criativa e sustentável para todos os cidadãos
O centro incentiva à educação pela inovação, criatividade e empreendedorismo, através de uma abordagem inclusiva e colaborativa.

Luanda, Angola, 7 de Setembro de 2016 – O primeiro centro de inovação de Angola, a Fábrica de Sabão, organizou um dia de Portas Abertas para o público experienciar e aprender de que forma podem ser parte de um ecossistema emergente de inovação e empreendedorismo com base nas necessidades em Angola. Pensada para ultrapassar os desafios educacionais e para conduzir a inclusão sócioeconómica e o crescimento a todos os níveis da sociedade, a Fábrica de Sabão oferece aos Angolanos um espaço para conectar, aprender, criar e fazer crescer.

Estando o país à procura de novas formas de diversificar a sua economia e de acelerar a criação de emprego, este centro oferece uma abordagem inteiramente fresca para as oportunidades pela inovação, para os Angolanos. A Fábrica de Sabão é um centro híbrido entre incubadora e acelerador, espaço de trabalho partilhado e local para criar. É ainda um elo de ligação cultural e muito em breve, terá a sua própria rádio local e um programa de residência para mentores visitantes e artistas.

Situado no coração do Cazenga, com cerca de 800.000 habitantes e uma densidade populacional de 23.000 pessoas por quilómetro quadrado, a construção deste centro iniciou-se em Julho de 2015. As fachadas internas e externas da velha fábrica de sabão, bem como as áreas circundantes do bairro, passaram por uma grande reformulação para se tornarem instalações de um local seguro, criativo e propício para a mudança social sustentável. Até à data, cerca de 200 crianças e jovens da comunidade têm estado activamente envolvidas em workshops desde formação técnica para utilizar impressoras 3D ou máquinas CNC, manufactura urbana, arte, desporto e aprendizagem de línguas. Professores de escolas locais juntaram-se à rede de trabalho voluntário do centro para levar a fim muitos dos programas.

Os líderes da comunidade também expressaram como a Fábrica de Sabão está a impactar positivamente a comunidade. “Estamos encantados com esta nobre iniciativa que tráz dignidade ao nosso bairro e esperança num futuro melhor para os nossos filhos. Durante muito tempo, a nossa comunidade batalhou com o problema do lixo e da delinquência que era praticada nas instalações da fábrica de sabão abandonada, colocando em perigo a nossa saúde e segurança. Estamos certos de que as iniciativas que têm lugar aqui não só irão contribuir para a educação dos nossos jovens, mas também promover o desenvolvimento da nossa comunidade e do país como um todo”, refere José António Guerra, Presidente do comité do bairro de São João, Zona 17, Sector I.

Jean-Claude Bastos de Morais, o fundador, menciona que “eu acredito que a necessidade e a criatividade são os condutores da inovação, especialmente numa comunidade como Cazenga, na qual a juventude é extremamente capacitada, sedenta por conhecimento e receptiva a novas formas de aprendizagem. Em última instância, é sobre reduzir o fosso entre a economia formal e informal gerando oportunidades iguais para o lançamento de uma cultura de lançamento de empresas inovadoras em fase de arranque, em Angola. Através da Fábrica de Sabão, estamos a formar as comunidades locais para se tornarem nos seus próprios criadores, designers, produtores e fabricantes.”

O centro compreende inúmeros contentores marítimos que foram transformados em escritórios completamente equipados, espaços de trabalho e salas de reuniões. Empresas, startups e empreendedores podem arrendar estes contentores por uma taxa nominal ou usar os espaços de partilhados. O objectivo é criar uma cultura colaborativa, onde ideas e conhecimentos possam ser trocados e polinizados para oportunidades de negócios sustentáveis, de Angolanos e para Angolanos.

O terreno da área envolvente foi limpo para fins agrícolas, que permitirão à comunidade criar a sua própria cadeia de abastecimento para ervas, frutas e vegetais. O centro terá ainda o seu espaço próprio para o desporto e um Mercado, para a comunidade.

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Angola’s First Innovation Center Promises to Promote Creativity

ANGOLA’S FIRST INNOVATION CENTER PROMISES TO PROMOTE CREATIVE AND SUSTAINABLE SOCIAL CHANGE

O primeiro centro de inovação de Angola, a Fábrica de Sabão, organizou um dia de Portas Abertas para o público experienciar e aprender de que forma podem ser parte de um ecossistema emergente de inovação e empreendedorismo com base nas necessidades em Angola.

Segundo a nota enviada ao SAPO, esta fábrica foi pensada para ultrapassar os desafios educacionais e para conduzir a inclusão socioeconómica e o crescimento a todos os níveis da sociedade. A Fábrica de Sabão pretende oferecer aos Angolanos um espaço para conectar, aprender, criar e fazer crescer.

Estando o país à procura de novas formas de diversificar a sua economia e de acelerar a criação de emprego, este centro procura oferecer uma abordagem inteiramente fresca para as oportunidades pela inovação, para os Angolanos. É um elo de ligação cultural e muito em breve, terá a sua própria rádio local e um programa de residência para mentores visitantes e artistas.

Situado no coração do Cazenga, com cerca de 800.000 habitantes e uma densidade populacional de 23.000 pessoas por quilómetro quadrado, a construção deste centro iniciou-se em Julho de 2015.

As fachadas internas e externas da velha fábrica de sabão, bem como as áreas circundantes do bairro, passaram por uma grande reformulação para se tornarem instalações de um local seguro, criativo e propício para a mudança social sustentável.

Até à data, cerca de 200 crianças e jovens da comunidade têm estado activamente envolvidas em workshops desde formação técnica para utilizar impressoras 3D ou máquinas CNC, manufactura urbana, arte, desporto e aprendizagem de línguas.

Professores de escolas locais juntaram-se à rede de trabalho voluntário do centro para levar a fim muitos dos programas.

Segundo o comunicado, também os líderes da comunidade também expressaram como a Fábrica de Sabão está a impactar positivamente a comunidade. “Estamos encantados com esta nobre iniciativa que traz dignidade ao nosso bairro e esperança num futuro melhor para os nossos filhos. Durante muito tempo, a nossa comunidade batalhou com o problema do lixo e da delinquência que era praticada nas instalações da fábrica de sabão abandonada, colocando em perigo a nossa saúde e segurança. Estamos certos de que as iniciativas que têm lugar aqui não só irão contribuir para a educação dos nossos jovens, mas também promover o desenvolvimento da nossa comunidade e do país como um todo”, referiu José António Guerra, Presidente do comité do bairro de São João, Zona 17, Sector I.

Jean-Claude Bastos de Morais, o fundador, menciona que “eu acredito que a necessidade e a criatividade são os condutores da inovação, especialmente numa comunidade como Cazenga, na qual a juventude é extremamente capacitada, sedenta por conhecimento e receptiva a novas formas de aprendizagem. Em última instância, é sobre reduzir o fosso entre a economia formal e informal gerando oportunidades iguais para o lançamento de uma cultura de lançamento de empresas inovadoras em fase de arranque, em Angola. Através da Fábrica de Sabão, estamos a formar as comunidades locais para se tornarem nos seus próprios criadores, designers, produtores e fabricantes.”

O centro compreende inúmeros contentores marítimos que foram transformados em escritórios completamente equipados, espaços de trabalho e salas de reuniões. Empresas, startups e empreendedores podem arrendar estes contentores por uma taxa nominal ou usar os espaços de partilhados.

O objectivo é criar uma cultura colaborativa, onde ideias e conhecimentos possam ser trocados e polinizados para oportunidades de negócios sustentáveis, de Angolanos e para Angolanos.

O terreno da área envolvente foi limpo para fins agrícolas, que permitirão à comunidade criar a sua própria cadeia de abastecimento para ervas, frutas e vegetais. O centro terá ainda o seu espaço próprio para o desporto e um Mercado, para a comunidade.

A Fábrica de Sabão reunirá especialistas e mentores de todo o mundo para partilharem conhecimentos, aproveitarem ideias criativas em resultados tangíveis e ajudarem a lançar negócios  sustentáveis em Angola.

Este projecto é fruto de parceira público-privada entre o Ministério da Indústria e a Kijinga, a empresa local de investimento de impacto social, de propriedade do Fundo Soberano de Angola, a concessão das estruturas da antiga fábrica de sabão e esta por sua vez arrendou a Kabassa, uma empresa privada, para desenvolver o centro de inovação de Angola.

SAPO

Ver Angola: From an Old Soap Factory to the First Center of Innovation

Pensada para ultrapassar os desafios educacionais e para conduzir a inclusão socioeconómica e o crescimento a todos os níveis da sociedade, a Fábrica de Sabão oferece aos angolanos um espaço para conectar, aprender, criar e fazer crescer.

Estando o país à procura de novas formas de diversificar a sua economia e de acelerar a criação de emprego, este centro oferece uma abordagem inteiramente fresca para as oportunidades pela inovação. A Fábrica de Sabão é um centro híbrido entre incubadora e acelerador, espaço de trabalho partilhado e local para criar. É ainda um elo de ligação cultural e muito em breve, terá a sua própria rádio local e um programa de residência para mentores visitantes e artistas.

Situado no coração do Cazenga, com cerca de 800.000 habitantes e uma densidade populacional de 23.000 pessoas por quilómetro quadrado, a construção deste centro iniciou-se em Julho de 2015. As fachadas internas e externas da velha fábrica de sabão, bem como as áreas circundantes do bairro, passaram por uma grande reformulação para se tornarem instalações de um local seguro, criativo e propício para a mudança social sustentável. Até à data, cerca de 200 crianças e jovens da comunidade têm estado activamente envolvidas em workshops desde formação técnica para utilizar impressoras 3D ou máquinas CNC, manufactura urbana, arte, desporto e aprendizagem de línguas. Professores de escolas locais juntaram-se à rede de trabalho voluntário do centro para levar a fim muitos dos programas.

Também os líderes da comunidade destacaram o impacto positivo da Fábrica de Sabão: “Estamos encantados com esta nobre iniciativa que traz dignidade ao nosso bairro e esperança num futuro melhor para os nossos filhos. Durante muito tempo, a nossa comunidade batalhou com o problema do lixo e da delinquência que era praticada nas instalações da fábrica de sabão abandonada, colocando em perigo a nossa saúde e segurança. Estamos certos de que as iniciativas que têm lugar aqui não só irão contribuir para a educação dos nossos jovens, mas também promover o desenvolvimento da nossa comunidade e do país como um todo”, refere José António Guerra, Presidente do comité do bairro de São João, Zona 17, Sector I, em comunicado remetido ao VerAngola.

“Eu acredito que a necessidade e a criatividade são os condutores da inovação, especialmente numa comunidade como Cazenga, na qual a juventude é extremamente capacitada, sedenta por conhecimento e receptiva a novas formas de aprendizagem. Em última instância, é sobre reduzir o fosso entre a economia formal e informal gerando oportunidades iguais para o lançamento de uma cultura de lançamento de empresas inovadoras em fase de arranque, em Angola. Através da Fábrica de Sabão, estamos a formar as comunidades locais para se tornarem nos seus próprios criadores, designers, produtores e fabricantes”, afirmou Jean-Claude Bastos de Morais, o fundador.

O centro compreende inúmeros contentores marítimos que foram transformados em escritórios completamente equipados, espaços de trabalho e salas de reuniões. Empresas, startups e empreendedores podem arrendar estes contentores por uma taxa nominal ou usar os espaços de partilhados. O objectivo é criar uma cultura colaborativa, onde ideias e conhecimentos possam ser trocados e polinizados para oportunidades de negócios sustentáveis, de angolanos e para angolanos.

O terreno da área envolvente foi limpo para fins agrícolas, o que permitirá à comunidade criar a sua própria cadeia de abastecimento para ervas, frutas e vegetais. O centro terá ainda o seu espaço próprio para o desporto e um mercado para a comunidade.

A Fábrica de Sabão reunirá especialistas e mentores de todo o mundo para partilharem conhecimentos, aproveitarem ideias criativas em resultados tangíveis e ajudarem a lançar negócios  sustentáveis em Angola.

Angop Angola: Cazenga at the Center of Innovation and Entrepreneurship

O projecto, localizado nas antigas instalações da fábrica de sabão, tem como objectivo criar uma cultura colaborativa onde as ideias e os conhecimentos se transformem em oportunidades de negócios sustentáveis.

A estrutura comporta, entre outros espaços, praça de mercado e eventos, áreas desportivas, parque infantil, espaço de trabalho, residências escritórios, bar de sumos, exposições, incubadora de empresas e rádio sabão.

Ao proceder a abertura, o administrador municipal do Cazenga, Víctor Nataniel Narciso disse ser reconfortante o facto do centro de inovação e empreendedorismo surgir num período de dificuldades, onde se deve puxar pela criatividade e inovação.

Considerou o projecto um fenómeno histórico que surge numa altura difícil da economia do país.

Victor Nataniel Narciso disse ser fundamental para o município que a antiga fábrica de sabão se transforme num centro de inovação e de empreendedorismo.

No Cazenga existem várias fábricas abandonadas, daí que essas unidades podem ser aproveitadas e transformadas em pontos culturais para servir a comunidade.

Incentivou os parceiros do projecto “Fábrica de sabão” a continuarem, por ser um “embrião” que vai ajudar a ultrapassar as dificuldades dos jovens nas comunidades.

Já o mentir do projecto (Fábrica de sabão), Jean Claudete de Morais, acredita que a necessidade e a criatividade  são condutores da inovação, especialmente no Cazenga, onde a juventude se enquadra nas novas formas de aprendizagem.
Disse que o foco do projecto  está na economia formal e informal, gerando oportunidades iguais para o lançamento de uma cultura de empresas inovadoras em Angola.

O centro compreende inúmeras unidades contentorizadas transformadas em escritórios equipados, espaços de trabalho, salas de reunião, empresas, “startups”  e empreendedores para arrendamento.

O projecto vai reunir especialistas e mentores de todo o mundo para a partilha de conhecimentos, aproveitamento de ideias criativas em resultados aproveitáveis que ajudam a lançar negócios sustentáveis.

Localizado na comuna do Hoji ya Henda, município do Cazenga, o projecto  é fruto de uma parceria  público-privado entre o  Ministério  da Indústria, a empresa Kijinga e o fundo soberano.

Enos Fio: Open Doors Day at the “Soap Factory” Innovation Center

Há algum tempo temos visto o nascimento de um centro de inovação em Angola. O nome é peculiar “Fábrica de sabão“, herdado do local onde se encontra actualmente este centro na marginal de Luanda.

Onde antes havia uma Fábrica de Sabão abandonada, agora encontra-se um centro emergente e vibrante para a inovação sustentável, e empreendedorismo em Angola.

A Fábrica de Sabão (FdS) é um ecossistema de inovação com foco na educação, criatividade e empreendedorismo em Angola. O mesmo é constituído por um centro incubador e acelerador, um espaço de trabalho compartilhado, um MakerSpace, plataformas de intercâmbio cultural, uma estação de rádio local e um programa de residência para mentores e artistas visitantes.

Venha juntar-se a nós para um dia repleto de diversão e jogos, actividades culturais, visitas guiadas e aprenda em primeira mão como este ambiente único e inspirador pretende promover a educação com foco na inovação, criatividade e empreendedorismo entre os angolanos.

The cable News: Innovation Gaining Momentum in Africa

 

the_cable

Jean-Claude Bastos de Morais is an innovation influencer and Founder of African Innovation Foundation. McLean Sibanda is the CEO of The Innovation Hub South Africa and president of the African Division of International Association of Science Parks. Mohammed Sanad, Egyptian antenna scientist and professor in CairoUniversity Faculty of Engineering, is one of the past winners of the Innovation Prize for Africa. He created a new in-phone and mobile antennae that operates on all frequency bands and addresses challenges faced by the existing antennas – a great example of using IT with innovation. They all speak on the landscape of innovation in Africa in these interviews, courtesy Djembe Communications.

Jean-Claude Bastos de Morais_AIF

JEAN-CLAUDE BASTOS DE MORAIS

How has the innovation landscape evolved in Africa?

Like many other developments in Africa, the continent’s innovation landscape is gaining momentum and sophistication. Governments and private sector players are increasingly invested in strengthening these innovation ecosystems with the aim of supporting local innovators and startups, as well as attracting foreign investors. Kenya, Nigeria and South Africa are leading these trends, and I’ve been well and truly impressed with the infrastructure these countries have put in place to drive innovation-led growth.

What I find most interesting is to see various models of innovation ecosystems developing across the continent. In countries with stronger ICT infrastructure such as South Africa and Kenya, innovation hubs are being driven by technology and are home to the continent’s brightest tech startups and innovators. In countries like Nigeria, there is a trend towards social innovation, with ecosystems such as FocusHub and CCHub home to the country’s aspiring social entrepreneurs and change makers.

In Angola too, developments are unfolding to fuel innovation-led growth. I’m working with the public sector to build the country’s first hybrid innovation hub, Fábrica de Sabão (the Soap Factory), which will function as an incubator and accelerator hub, co-working space, maker space, a cultural exchange platform, local radio station and a residence program for visiting mentors and artists. Being built in the heart of the country’s biggest slum, the Soap Factory is a model designed to include marginalized communities in Angola through fostering innovation-led education, creativity and entrepreneurship amongst all sects of Angolans.

How can we develop a more innovative climate for the youth across the continent?

One thing that I’ve observed over the years through the Innovation Prize for Africa (IPA) is the continent’s remarkable innovation potential. Africans are natural-born innovators, especially when it comes to needs-based innovation. There is no shortage of great ideas but there is a lack of know-how. Africa’s large youth population needs a lot of support in terms of capacity building in order to enable them to access new job markets that innovation economies are creating in today’s technology-led day and age. Right now, however, an alarming number of youth are engaged in some form of self-employment or “vulnerable” employment, such as subsistence farming or urban street hawking.

This is why I was convinced to build the Soap Factory in the heart of an Angolan slum, home to some 800,000 people and with a population density of 23,000 people per square kilometer. These are amongst the most creative, innovative and enterprising segments of society, they are driven to create out of necessity to carve out a living. What they lack however are opportunities and nurturing environments to give them scale, sustainability and know-how. The Soap Factory model is designed to develop a nation’s innovation ecosystem and leapfrog education challenges with the common goal of driving socio-economic inclusion and growth. The aim is to narrow the gap between the formal and informal economies. Once this pilot initiative takes off, I hope to replicate it across other parts of Africa.

Let’s talk about technology now, how do you think innovation has added value to the ICT sector in Africa?

The rate at which technology and innovation are driving a new breed of African entrepreneurs is nothing short of impressive. The continent’s mobile penetration rates is on the rise and governments are taking great strides to improve infrastructure with transformative implications for young entrepreneurs and startups.

The Mobile Economy report by GSMA estimates that 386 million unique mobile subscribers were located in Sub-Saharan Africa at the end of 2015, up from 348 million in 2014. Mobile penetration rates in several Sub-Saharan countries have reached almost 80% due to cheaper access. Africans are inventing news ways to use mobile technology that the developed world has never imagined. Innovation is transforming the role of ICT sectors such as healthcare, education and transport, while revitalizing traditional industries such as agriculture and fisheries.

As a founder of AIF, what advice would you give to young innovators and entrepreneurs? 

The time for Africa has come. The global spotlight is now on the enormous economic potential that Africa has to offer. There is money and opportunity in Africa, and this is the time to take advantage of it. Although oil prices will continue to remain low for some years to come, this isn’t a permanent impediment. In many countries across Africa, governments are stepping up efforts to ramp up economic diversification and job creation. The private sector and the diaspora too are increasingly involved in supporting African innovators and entrepreneurs through funding and knowledge transfer. I would encourage these young innovators to look at the needs in their community and to push the envelope in developing African solutions for African challenges.


McLean Sibanda

MCLEAN SIBANDA

Can you briefly take us through your relationship with AIF/ IPA? And how do you think IPA has evolved since 2012? 

I have been associated with the IPA since 2013 and became a judge in 2014 and then chairman of the judges’ panel in 2015.  In 2015, my organization The Innovation Hub also played a key role in supporting the IPA’s outreach program and expanding the pipeline of applicants.  The IPA has become a flagship program not only for showcasing the best innovations coming out of Africa, but also for promoting a culture of Africans developing solutions to address their own challenges.  Over the past 5 years, the IPA has become a coveted award for any entrepreneur working on innovations with market potential in Africa. Increasingly, the quality has become better; yet the diversity remains, in terms of both frugal innovations addressing real societal issues as well as more technological innovations addressing both African and global challenges. The number of countries participating has also increased, as well as the entries themselves.

What are you looking for this year from the various participants? 

I think the top entries must be the ones that have innovations promising to make a difference to the lives of people of Africa; but are also scalable. The entrepreneurs themselves must demonstrate their hunger to make a difference.

Since you represent The Innovation Hub South Africa and are the President of the African Division of International Association of Science Parks (IASP), how do you support innovation and the participants at the IPA? 

The support we provide is two-fold.  One, in preparing the applicants in our various incubation programs to enter the IPA. Secondly, by extending our services and support to the finalists of the IPA located within our region. From the IASP point of view, we are extending our network to ensure that any participant in the IPA can still receive assistance from a member of the IASP somewhere within the continent.

What shift have you witnessed in the technology space across Africa in terms of innovation? 

In the early days, the innovations, other than in South Africa, tended to be less technological, we are seeing increased sophistication of the innovations coming out of the continent. Also, the innovations address African problems. Considering the diversity of the African continent with its 54 countries, we are seeing the importance of context in terms of the innovations coming from different parts of the continent, yet there is scalability of these innovations in other parts of the continent.  Increasingly, we are also seeing convergence of technologies, with ICT becoming a great enabler in health, agriculture and water related innovations.


Mohamed Sanad

MOHAMMED SANAD

You created a new in-phone and mobile antennae that operates on all frequency bands and addresses challenges faced by the existing antennas. That is a great example of using IT with innovation. Can you tell us how has the AIF/IPA platform helped you achieve scale?

Winning the IPA 2012 Grand Prize has opened many doors. The antenna I developed makes it possible to upgrade mobile phone technology without having to discard equipment. For instance, the technology makes it possible to upgrade from 2G to 3G and upwards to 4G LTE without adding new equipment. Obviously, such innovations require ongoing research and development and the prize money of USD100,000 enabled us to engage in more comprehensive R&D.

Moreover, winning the IPA significantly increased global market awareness of the new technology and helped put African ICT innovation on the world map. We were approached by international telecommunications companies such as Vodafone with whom we have established new R&D projects. The exposure we received also enabled us to attract distinguished engineers to join our R&D efforts.

In your opinion, what kind of infrastructure and aid do the participants need in order to upscale their innovation?

I believe that Africa needs more laboratories to support all areas of engineering on a greater scale. We also need better manufacturing facilities to support the development of homegrown innovations more effectively. Africa has so much innovation potential but we lack the know-how in fundamental areas of competency such as business development, marketing, IP rights and so much more. We need to enhance efforts to bridge this gap. African governments should also have more programs in place to support local innovators to take their innovations to the next level and become sustainable businesses that can achieve scale and be more investor-ready.

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